Feliz Ano Novo


Desejo a todos os visitantes deste blog um feliz Ano Novo.

Que o próximo ano seja melhor que o que passou, ou seja, o FC Porto vença a Liga dos Campeões (sim, porque o campeonato e a taça já vencemos nós o ano passado).

E que continuem a visitar este blog! (Agora podem deixar mensagens na secção "Opinião")

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Opinião


ABola.pt

«FC Porto 2006/2007
Por MIGUEL sOUSA TAVARES
OFC Porto, de Jesualdo Ferreira, esmaga a concorrência: é a única equipa portuguesa que se mantém ao mais alto nível na Europa, depois de uma recuperação brilhante na fase de grupos da Champions; é o líder do Campeonato, com uma vantagem já simpática sobre os seus dois rivais directos; tem o maior número de golos marcados e o menor número de golos sofridos; lidera o troféu do melhor marcador, do melhor jogador do Campeonato e do jogador mais valioso; lidera o Troféu BES e o Troféu Disciplina; é a equipa com maior média de assistências por jogo e talvez a única de que não é possível dizer que deve um único ponto às arbitragens. Melhor, honestamente, era impossível. Parabéns a Jesualdo Ferreira e a todos os que contribuem para o sopro do dragão. De A a Z, eis o dicionário destes quatro meses de triunfo.

ADRIAANSE — A primeira e mais decisiva entrada deste dicionário. A sua saída, antes de disputado qualquer jogo oficial, foi a melhor notícia e a mais importante aquisição nesta temporada. Não era por acaso que todos os anti-portistas elogiavam tanto Adriaanse: a sua irracionalidade, teimosia e arrogância acabariam por desfazer uma grande equipa. Deve estar a roer-se de inveja por constatar que, com a mesmíssima equipa e um sistema de jogo natural, Jesualdo Ferreira pôs o FC Porto a vencer e a marcar golos, uniu a equipa e o balneário, recuperou jogadores banidos e fez as pazes com o público.

ADRIANO — Parece que está de saída para o Sporting Braga, confirmando que nunca seria mais do que um razoável suplente.

ALAN — Inconstante e inseguro, capaz de coisas boas e de trapalhadas sem sentido. Pode fazer melhor.

ANDERSON — Um dos três génios da equipa, o vértice central do triângulo verdadeiramente luxuoso: Pepe, Anderson, Quaresma. É um médio de ataque que só sabe jogar para a frente e em movimento constante. Com ele, não há paragens nem quebras de ritmo — é um carrossel alucinante que põe a cabeça em água aos adversários. Há muito que não via um jogador assim e penso que todos aqueles que, acima de tudo, gostam de ver grande futebol, só podem lamentar aquela entrada de Katsouranis que o retirou da nossa vista durante quatro ou cinco meses. Se voltar igual ao que era, vale seguramente uns 40 milhões de euros — sobretudo, se voltar antes dos decisivos jogos com o Chelsea.

ATITUDE — É o grande plus deste clube e das equipas que o vão representando, ano após ano. Os jogadores do FC Porto são melhores profissionais e têm mais respeito pelo clube e pelos adeptos que quaisquer outros. Vítor Baía é, neste momento, o exemplo: onde estão os vítor baías do Sporting ou do Benfica?

BOSINGWA — Também irregular e inconstante, mas a melhorar claramente. Fez-lhe bem ter finalmente concorrência — a de Fucile. Deveria tentar mais as derivações pelo meio porque é bom em drible e em progressão.

BRUNO ALVES — Em relação a ele e a Postiga, dou a mão à palmatória: nunca pensei que Jesualdo conseguisse transformá-los em bons jogadores. Talvez pelo contágio de Pepe ou pela segurança que as oportunidades de jogar lhe deram, Bruno Alves não tem nada a ver com o jogador da época transacta, que não sabia quando atacar a bola e que a despachava de qualquer maneira. Está a crescer, jogo após jogo.

BRUNO MORAIS — Um só jogo que lhe vi, ainda na pré-temporada, foi o suficiente para entender por que razão Mourinho o contratou. Apesar do azar e das lesões, apesar do renascimento de Postiga, Bruno Morais já deu indicações suficientes de que está ali um grande jogador, pronto a explodir. Que a sorte finalmente o acompanhe!

CAROLINA SALGADO — Não joga pelo FC Porto, mas joga e muito, pelos adversários. Quis, com a sua traição e o seu abjecto panfleto, manchar o trabalho de todos estes jogadores e técnicos, que se batiam no campo enquanto ela se exibia no camarote. Mas acredito que, no fim, a verdade virá ao de cima, embora a desonra e os danos já ninguém os apague.

CECH — Um bom jogador, não um extraordinário jogador. Ataca bem, defende pior. Mas tem terreno e idade para progredir.

CSKA MOSCOVO — A vitória decisiva, a demonstração que faltava de que este FC Porto é herdeiro dos grandes FC Porto que honraram este país e o nosso futebol. Por muito que isso custe a engolir a muitos.

DIEGO — Há um que saiu e bem, em minha opinião, e outro que vai entrar. O que saiu era o oposto de Anderson: travava o jogo, perdia-se em rodriguinhos inúteis e não sabia onde ficava a baliza do adversário.

DIOGO VALENTE — Parece que vai ser emprestado, mas gostaria de o ter visto mais vezes em jogo. Não deixa de ser impressionante pensar que, das sete aquisições feitas pelo FC Porto esta época — Paulo Ribeiro, Ezequias, João Paulo, Tarik Sektoui, Diogo Valente, Vieirinha (este promovido) e Fucile — só o último é regularmente utilizado.

DÍVIDAS DA SAD — Trinta milhões de euros declarados no último exercício: um descalabro que, fatalmente, terá de ser remediado, mais tarde ou mais cedo, com a venda dos anéis. Esta febre de comprar jogadores que não servem para nada a não ser para serem emprestados explica muita coisa. Só falta explicar para que os compram.

ESTÁDIO DO DRAGÃO — O mais bonito estádio de futebol que alguma vez vi. Uma das melhores obras de sempre da arquitectura portuguesa. E é sempre a primeira vez em cada regresso a casa.

EZEQUIAS — Quem o comprou que explique.

FUCILE — Ah, uma na mouche! Grande miúdo, grande personalidade, grande coragem! Vai deixar marca.

GOLOS — Afinal, não era o sistema maluco de Adriaanse que os conseguia. Este ano, de volta ao 4x3x3, o FC Porto só ficou em branco em jogos da Champions.

HÉLDER POSTIGA — A impossível ressurreição. Quem o viu nas três temporadas anteriores, custa-lhe a crer que seja o mesmo. Não é só ter começado a marcar golos, é tudo o resto: remata, corre, desmarca-se, tem alegria em jogar. Antes, não se mexia, não se dava a incómodos. Será para durar?

HELTON — A elegância na baliza e a rapidez de reflexos. Mas falta-lhe ainda uma coisa para me tranquilizar: aprender a sair às bolas altas como o Baía faz.

IBSON — Vale mais do que mostra. Valerá bem mais quando puser os olhos em Anderson e perceber que nenhuma jogada, por mais espectacular que seja, tem interesse se, no fim, a bola acaba nos pés dos adversários. Levante a cabeça e olhe para o jogo!

JESUALDO FERREIRA — Até que enfim, um treinador normal! Até que enfim, alguém para quem a inteligência supera a vaidade! Merece todo o crédito pela revolução tranquila que está a levar a cabo no FC Porto.

JORGE COSTA — Teve uma despedida despercebida e injusta mas há-de voltar, porque faz parte da vida deste clube.

JORGINHO — Um mistério eternamente por esclarecer: como é que era tão bom em Setúbal e é tão abúlico no Porto? Mas já teve oportunidades suficientes — só se pode queixar de si próprio.

JOÃO PAULO — Quem o comprou deveria ter alguma ideia: importa-se de dizer qual era?

KATSOURANIS — Joga pelos outros, mas sozinho causou-nos maiores danos do que todos os adversários e inimigos juntos. Quando for o jogo da Luz, é de esperar que Jesualdo deixe Quaresma no banco!

LISANDRO — Umas vezes bem, outras nem tanto. Ainda faz sentir saudades de Derlei.

LUCHO — Dois jogos de classe e dois golos portentosos — contra o Hamburgo e o Nacional. No resto, muito, muito aquém do que pode e sabe. Deve bem mais à equipa.

PAULO ASSUNÇÃO — Muito longe do nível da época passada e o meio-campo ressente-se disso.

PEDRO EMANUEL — Lesionado logo no início da época, vai ter um regresso difícil.

PEPE — Podem levar à conta de facciosismo clubístico mas é isto que eu penso e já vem de trás: é o melhor central do Mundo, na actualidade.

PAULO RIBEIRO - ?

PINTO DA COSTA — Enfrenta o seu ano de todos os perigos. Carolina e o défice são dois combates que não consentem subterfúgios.

RAUL MEIRELES — Claramente, o elemento mais fraco da equipa. Vagueia pelo campo, sem grande utilidade visível. Alguém estabeleceu que era um grande rematador de meia-distância: há seis meses que não acerta um remate na baliza.

REINALDO TELES — O homem que está lá sempre. For all seasons.

RICARDO COSTA — Sem lugar na equipa. De saída, normal, para Marselha.

RICARDO QUARESMA — Pegou no facho depois de Anderson cair em combate e levou a equipa atrás, mostrando que é o melhor futebolista português da actualidade e um dos melhores do Mundo nas suas várias posições. É um jogador absolutamente excepcional, como já o era no ano passado e há dois anos, e agora se percebe melhor o crime que foi deixá-lo de fora do Mundial-2006. Em lugar de explicações sem sentido, Scolari deveria pedir desculpa — a ele, aos portugueses e a todos os que gostam de futebol e não o puderam ver na Alemanha.

RUI BARROS — Missão cumprida. Mais uma. E a Supertaça no bolso.

SOKOTA — O mais azarado e o mais caro do clube.

TARIK SEKTOUI — Talvez um razoável suplente.

VIEIRINHA — A grande revelação da pré-época, a que Jesualdo não deu continuidade. E é pena, porque parece estar ali um grande jogador em potência.

VÍTOR BAÍA — Capitão do balneário, treinador adjunto oficioso, guarda-redes suplente, o que quiserem: Baía é a Torre dos Clérigos desta equipa, um jogador e um desportista como não há outro e já tenho saudade de o ver jogar.»

Miguel Sousa Tavares, ABola

OJogo.pt

«Ida e Volta
JORGE MAIA


Normalmente, o único motivo para se falar de ciclismo neste espaço seria um golo marcado por Quaresma na sequência de um pontapé-de-bicicleta. Hoje, contudo, vou abrir uma curta excepção para falar de ciclismo a sério, daquele que se faz em cima de bicicletas, a dar aos pedais montes acima e montes abaixo para ganhar metas volantes, camisolas às cores e o direito a posar ao lado de um par de moças giras com o boné do patrocinador. Talvez seja só eu, que sou picuinhas e fiquei irritado com mais um par de peúgas pelo Natal, mas faz-me alguma impressão que João Lagos, responsável pela organização da Volta a Portugal, seja também o principal responsável por uma das equipas que vai competir na prova e que, nem de propósito, também está ligada ao Benfica. Quer dizer, isto de o Benfica ter uma ligação directa aos organizadores de provas nas quais participa nem sequer é novidade, mas pensei que tinha acabado com a saída de Cunha Leal da Liga de Clubes e a morte por asfixia da antiga Comissão Disciplinar que quase, quase, levava o futebol português com ela. Felizmente, alguém se lembrou da manobra de Heimlich a tempo de os fazer saltar fora e deixar a Liga respirar de alívio. Mas, voltando às voltas do ciclismo, a ligação entre o Benfica e João Lagos, organizador da principal prova da modalidade em Portugal, parece-me um risco para a modalidade. Afinal, se Luís Filipe Vieira conseguiu ser o principal crítico da Liga que ele próprio desenhou e ajudou a eleger, imagine-se o que não dirá do ciclismo se as coisas não lhe correrem sobre rodas. Mas, como eu dizia no início, talvez seja só eu, que sou picuinhas e fiquei irritado com mais um par de peúgas pelo Natal. Brancas, valha-me o Cristo Redentor.»

Jorge Maia, OJogo.

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Regresso


O plantel do FC Porto regressa hoje ao trabalho, depois das férias de Natal.

Pouco se falou de entradas e saídas no clube, à excepção de Lucas Mareque (River Plate) e Diego (Penafiel). Também é possível que Ricardo Costa deixe o clube, depois de ter participado apenas no último jogo, contra o Paços de Ferreira. Situação que irá agravar, com certeza depois da chegada de Pedro Emanuel. Destino Possível: Marselha.

Eu, pessoalmente, continuo a achar que o Porto precisa de um Ponta-de-Lança estilo "Matador", porque apesar de o Postiga estar numa excelente forma (já leva 9 golos no campeonato), o Porto continua a desperdiçar algumas oportunidades, e que contra o Chelsea poderão fazer a diferença na eliminatória. Gostava também de ver um novo ala no Dragão, por duas razões muito simples: Tarik 7kiwi e Alan. De resto, com a recuperação de Anderson, o Porto volta a ter um meio-campo muito forte, e não esquecer que Leandro do Bomfim (que para quem não se lembra é aquele médio-ofensivo que veio do PSV, na altura do Couceiro, e que tinha uma qualidade de passe impressionante, mas que nunca teve oportunidade porque o Diego, com Couceiro era titularíssimo) regressa também. Há outros regressos, como o de Pitbull. Sinceramente não sei o que pensar, mas ele parece-me (daquilo que me lembro dele) ser um jogador estilo Lisandro e Derlei. E portanto, com o Lisandro a jogar bem, não precisamos dele. Resumindo:

Guarda-Redes: Helton, Baía e Paulo Ribeiro;
Defesas (D): José Bosingwa e Fucile;
Defesas (C): Bruno Alves, Pepe, Pedro Emanuel, Ezequias (*), R. Costa (?) e João Paulo (*);
Defesas (E): Ezequias (*), Marek Cech e Lucas Mareque;
Médios: Paulo Assunção, João Paulo (*), Ibson, Lucho, Meireles, Anderson, Jorginho e Leandro do Bomfim (?);
Alas: Lisandro (*), Quaresma, Vieirinha, Tarik, Alan, Diogo Valente;
Avançados: Lisandro (*), Postiga, Adriano, Sokota e Bruno Moraes;

(*) - actua noutras posições;
(?) - com situação indefinida;


Também, hoje, Pinto da Costa completa 69 anos. O Presidente que transformou o FC Porto no melhor clube português, e um dos melhores da Europa, está desde 1982 no comando do FCP. Entre os vários títulos nacionais e internacionais, contam-se:

Liga dos Campeões: 2
Taça UEFA: 1
Taça Intercontinental: 2
Supertaça Europeia: 1
Campeonato Nacional: 14 (mais do que Sporting e Benfica juntos - 10)
Taça de Portugal: 9

Por tudo isso, Parabéns!!

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Mercado


Nos vários jornais desportivos, vem uma notícia a falar de um suposto interesse num jogador Argentino. E ao que parece, as negociações estão muito avançadas, pelo que o jogador deverá mesmo começar a representar o FC Porto já em Janeiro.

Agora vem a parte engraçada: o jogador chama-se Mareque, e é lateral-esquerdo.

Se olharmos para o único defesa esquerdo no FC Porto, encontramos Marek Cech. Agora comparem: Marek e Mareque. Será o objectivo, comprar um jogador com um nome mais à pronúncia do Norte? Realmente "Mareque", quando comparado com "Marek" parece dito "à Porto".

Bom, passado este momento mais hilário (ou não...), e falando mais a sério, acho que o Porto realmente deve reforçar esse sector da defesa, porque Marek Cech cumpre bem o seu papel, mas na verdade não temos outro lateral esquerdo de raiz (Ezequias era defesa central e depois é que foi adaptado na Académica). De resto, julgo que o FC Porto está bem e recomenda-se. Gostaria apenas que quando o Leandro do Bomfim (o médio-ofensivo e não o defesa esquerdo Leandro) regressar agora em Janeiro, fique no plantel, porque é um jogador de qualidade e muito melhor que Jorginho.

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CTFD


O Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia é o complexo desportivo onde treinam os seniores, juniores e juvenis do FC Porto.

Oficialmente, o FC Porto costuma utilizar a abreviatura CTFD para se referir ao Centro de Treinos; porém, várias outras designações lhe são atribuídas quer na imprensa quer na linguagem quotidiana, nomeadamente fazendo referência às duas freguesias gaienses nas quais se localiza:

* Centro de Treinos e Formação Desportiva de Olival
* Centro de Treinos e Formação Desportiva de Olival/Crestuma
* Centro de Estágio de Olival
* Centro de Estágio de Olival/Crestuma
* Olival


História

O FC Porto alimentava a ideia de construir um centro de treinos e formação desportiva desde meados dos anos noventa. Várias autarquias do Grande Porto e arredores dispuseram-se a acolhê-lo, mas a escolha de VN Gaia deveu-se a diversos factores, entre os quais o enquadramento geográfico (num espaço verde junto ao Douro), a proximidade em relação ao estádio e os acessos.


Para a construção do CTFD a Câmara Municipal de Gaia e a FC Porto SAD criaram a Fundação PortoGaia, que foi responsável pelo financiamento da obra. Iniciada em 2000, a construção terminou em 2002, tendo a inauguração tido lugar no dia 5 de Agosto.


O Complexo

O Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia inclui:

* um mini-estádio com capacidade para 3000 pessoas
* três campos de relva natural (além do do mini-estádio)
* um campo de relva sintética
* uma área específica para treino dos guarda-redes
* dois balneários (um para a equipa principal e outro para as camadas jovens)
* um ginásio (que inclui equipamentos para hidroterapia)
* uma sala de imprensa

Previsto está ainda um edifício residencial de cinco pisos que incuirá uma piscina, um auditório, zonas de lazer e gabinetes.

*dados retirados da Wikipédia.


Como ir do Estádio do Dragão até ao Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia:

Descrição

Você inicia na na rua Via de Cintura Interna (IC23 , IP1) em Porto e segue pela Via de Cintura Interna/Ponte Do Freixo (IC23 / IP1) por 2.82 km.

Mantenha a esquerda Porto.
5 min
2.82 km


Saia da a rua Via de Cintura Interna (IC23 , IP1) e siga em frente pela a rua Via de Cintura Interna, Ponte Do Freixo (IC23 , IP1). Mantenha-se por 546 m.
6 min
3.37 km



Saia da a rua Via de Cintura Interna, Ponte Do Freixo (IC23 , IP1) e siga em frente pela a rua IP1. Mantenha-se por 4.19 km.
10 min
7.56 km


Saia da a rua IP1 e vire direita na a rua N222. Mantenha-se por 2.37 km.
13 min
9.93 km


Saia da a rua N222 e siga em frente pela a rua Avenida Vasco Da Gama (N222). Mantenha-se por 1.34 km.
15 min
11.26 km


Saia da a rua Avenida Vasco Da Gama (N222) e siga em frente pela a rua Avenida Engenheiro Amaro Da Costa (N225). Mantenha-se por 747 m.
15 min
12.01 km


Saia da a rua Avenida Engenheiro Amaro Da Costa (N225) e vire esquerda na a rua Rua Das Alheiras (N631). Mantenha-se por 227 m.
15 min
12.24 km


Saia da a rua Rua Das Alheiras (N631) e vire direita na a rua Rua Central Do Olival (N222). Mantenha-se por 2.47 km.
18 min
14.71 km


Saia da a rua Rua Central Do Olival (N222) e vire esquerda na a rua Rua Do Alto Da Estrada (N109-2). Mantenha-se por 266 m.
18 min
14.98 km


Saia da a rua Rua Do Alto Da Estrada (N109-2) e vire esquerda na a rua Rua Dos Pardieiros. Mantenha-se por 229 m.
18 min
15.21 km

Você chegou ao seu destino Rua Dos Pardieiros (Olival).



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